21 de maio de 2011
COISÁRIO - dia 22 de maio as 16h, domingo no MAC
2 de janeiro de 2011
1 de julho de 2010
31 de janeiro de 2010
O cordeiro da Lã dourada!!!!
17 de janeiro de 2010
histórias antigas no MAC
19 de dezembro de 2009
21 de novembro de 2009
choque de alegria 2009
8 de novembro de 2009
Luas e Luas
Luas e Luas conta a história de uma princesa que queria a lua de presente; O esforço de seu pai, o Rei, em conseguir realizar o desejo; E a trajetória do Bobo da Corte para descobrir como fazer!!!!
história inspirada no Livro Homonimo de James Thurber
11 de outubro de 2009
5 de agosto de 2009
12 de julho de 2009
História em Dupla - MAREMOTO

o rei ficou cego
...e o mar ficou cor de rosa, Eduarda pegou a flor da rainha!!!!!
28 de junho de 2009
histórias curtas
hoje foi dia de histórias curtas.
a tartaruga e a garça
o jabuti e a onça (salve Gregório)
a festa no céu (do meu jeito)
e as 7 beringelas.
e muitas visitas de amigos ouvintes...
até outro domingo.
29 de maio de 2009
Suzana Nascimento no MAC
17 de maio de 2009
O Cavalo Mágico
Nesse domigo recuperi uma história que inaugurou as sessões de histórias no Mac, o conto Sufi O cavalo mágico. Inspirado pelas obras aéreas da exposição DEPOIS DA TEMPESTADE de Alessandra Vagh recuperei as aventuras do príncipe Tambau voando com seu cavalo mágico. Sigamos olhando o céu.
3 de maio de 2009
O príncipe-tartaruga
História de amor com o mar cercando a vida de todos.
Nessa história o príncipe fica enfeitiçado e a princesa precisa salvá-lo.
Criação minha a partir de uma história colida da tradição oral Italiana.
Julia veio me visitar:
5 de abril de 2009
23 de junho de 2008
MENU DE HISTÓRIAS
As sessões de histórias podem ser organizadas em dois formatos:
1- para grupos pequenos de até 50 pessoas apresentados em salas menores tais como bibliotecas, pequenos auditórios, salas de leitura e museus. Uma proposta de apresentação mais intimista onde o contato com o público se dá de maneira próxima ao contador permitindo maior interferência e interação no trabalho. Todas as histórias do repertório podem ser apresentadas nesse formato com exceção de “A chave, o pássaro e o príncipe azul” e “Só sei que foi assim”.
2- para grupo com mais de 50 pessoas apresentados em teatros com estrutura mínima de luz e sonorização. Todos os trabalhos do repertório podem ser apresentados nesse formato.
ESCOLHA UM HISTÓRIA:

O barco vermelho
Inspirado em autores nacionais contemporâneos como Silvia Orthof , Ilo Krugli e outros, o barco vermelho conta a trajetória de um barco que no percurso do rio até o mar aprende sobre a liberdade sobre fazer amigos e a encontrar seu caminho. Com uma estrutura semelhante as fábulas que dão vida a objetos e animais, o barco vermelho utiliza-se da metáfora do rio como o percurso da vida e as aventuras do barco como os percalços e desafios que encontramos quando nos aventuramos a descobrir coisas novas. O texto mistura as aventuras do barco, aquilo que ele encontra no caminho, com curiosidades sobre a própria estrutura de embarcações, sobre os rios, os bichos e o próprio ato de navegar.
A partir de histórias colhidas da tradição oral européia são apresentadas duas histórias onde os príncipes, ao contrário de muitos contos tradicionais, são salvos pelas princesas. Os dois contos apresentam um universo mágico de objetos encantados e seres mágicos que contornam a vida dos personagens mostrando um universo cheio de desafios a serem enfrentados pelas princesas corajosas.
Maremoto:
Uma coletânea de cinco histórias que foram integradas pelos contadores formando uma única narrativa. Uma história onde o mar é o personagem principal. A partir de histórias coletadas da tradição oral brasileira, japonesa, italiana e chinesa, Maremoto conta as aventuras de um pescador que salva uma tartaruga, desencadeando uma série de outros eventos que acabam por modificar o curso da vida do príncipe Andrezinho e da princesa Ismália.
O vôo sobre o oceano.
Livremente inspirado em uma novela radiofônica de Berthold Brecht. Essa é a história de um aviador que procura um avião perfeito para levá-lo de um continente ao outro, por cima do oceano Atlântico. O aviador enfrenta vários desafios até cumprir seu objetivo: enfrenta o nevoeiro, a nevasca, o sono, conversa com o motor, entre outros desafios.
A chave, o livro e o príncipe azul.
Histórias populares da tradição oral medieval, recontadas pelo pequenoteatro.
Só sei que foi assim.
Histórias populares da tradição oral brasileira, recontadas pelo pequenoteatro.
OFICNAS
A oficina trabalha investigando quais os pontos de intersecção entre essas duas linguagens artísticas e como podem se complementar. O objetivo é revelar particularidades do jogo do palhaço na formação e no treinamento do contador de histórias, tais como a relação com a platéia, a descoberto de um olhar pessoal e específico sobre a história, a relação com o humor e gags clássicas. Carga horária mínima: 15h
O corpo da palavra
A partir de experiências sonoras aliadas a expressão física o contador é levado a descobrir outras formas de trabalhar o corpo e a sonoridade com o texto. O trabalho visa uma maior sensibilização física, no sentido de revelar formas expressivas do corpo interagir com a palavra do contador aprofundando a sua performance. Carga horária mínima: 6h
O contador de histórias e a bricolagem.
A partir do conceito de bricolagem, elaborar a partir de outros objetos um novo objeto, essa oficina trabalha a estrutura básica de compreensão da pesquisa do pequenoteatro sobre a arte de contar histórias. O Contador de histórias é pensado como um artesão que mistura referências distintas, inclusive pessoais, a forma de elaborar o conto trabalhado. São trabalhados conteúdos como a relação do contador com o espaço, com objetos, com o som e a música. Os participantes são estimulados a reconhecer o que chamamos de inventário pessoal de trabalho. o que se quer é que a experiência construída no palco seja partilhado no momento presente pelo público e por aquele que narra. Carga horária mínima 20h
As oficinas podem ser também realizadas com carga horária aumentada possibilitando maior aprofundamento no tema abordado. É necessário espaço amplo de trabalho, com aparelho de som e iluminação adequada.
APRESENTAÇÃO
O trabalho do pequenoteatro mistura na sua estrutura de trabalho duas linguagens artísticas que primam pela necessidade da comunicação com o público, duas linguagens artísticas que trabalham para mobilizar no espectador essa comunicação tão necessária nos dias de hoje. Unindo a experiência do palhaço com o ato de contar histórias, nossa busca é transformar a narrativa de histórias em um jogo com a platéia. Nesse jogo de contar histórias o ouvinte é convidado a colocar a imaginação trabalhando, ele completa com a sua experiência as imagens criadas, que necessitam do espectador para tomar forma, eleparticipa no momento da performance como um interlocutor. O espectador é convidado a conversar com a história e brincar com ela, afinal “ninguém escapa de uma boa história”.
Contar histórias é uma arte em si, não é literatura nem é teatro. O trabalho do contador de histórias no pequenoteatro é elaborado a partir da prática da bricolagem, influenciado pela prática narrativa do mestre Griot Sotigui Kouyaté. Os contadores trabalham como artesãos, misturando técnicas artísticas diversas para construir uma rede de comunicação expressiva com os espectadores, uma comunicação que se dá não só pela palavra dita mas por todo um conjunto de jogos corporais e sonoros que se somam construindo uma estética de trabalho onde o corpo comunica tanto quanto o texto. O corpo é utilizado aqui como o instrumento principal para a construção da narrativa. A palavra ganha forma no corpo do contador, e esse traz consigo um jogo de entrar e sair da história. O que chega aos ouvintes é um contato não só com o conto narrado mas também com a própria pessoa do contador, que mistura sua história pessoal e sua forma de ver o mundo aos eventos do conto.
Trabalhando para que a experiência transmitida no relato seja comum ao narrador e aos ouvintes. O ato de contar histórias é considerado um procedimento que investiga a natureza artística mais profunda, a natureza que tem a necessidade de dizer, de se comunicar, de entrar em contato com o outro. Dessa necessidade nasce a capacidade do indivíduo encontrar seus próprios conteúdos e se conectar com aquilo que realmente o afeta. Sempre que um contador de histórias começa a narrar, estabelece uma relação de afeto com quem o escuta, abrindo uma porta para o mundo criado, permitindo aos ouvintes construir imagens, refletir sobre conteúdos, passear por emoções.











